Matérias na área de beleza e saúde

Arquivo da Seção ‘Você sabia?’

Curiosidades na área da Beleza

segunda-feira, 17, janeiro, 2011

Você sabia que alguns cosméticos até podiam envenenar?!

Por Marisa De Lucia

Cosméticos mortais

Não dá nem para acreditar, mas em 4000 a.C. na antiga Grécia, os pós faciais que surgiram eram perigosos porque tinham uma grande quantidade de chumbo em sua composição chegando a causar várias mortes. O rouge ou blush, como é conhecido hoje, era um pouco mais seguro, pois embora fosse feito com algas marinhas e amoras, sua cor era extraída do cinabre, ou sulfeto de mercúrio, um mineral vermelho. Este mesmo rouge era usado também nos lábios como batom, onde era mais fácil ainda de ser ingerido e causar envenenamento. Dá para crer?

Perfume para mau hálito

Outra curiosidade é que em 2900 a.C. os mortos egípcios eram enterrados com jarros de óleo perfumado, que até hoje não se sabe o que tinha em sua composição. Somente mil anos depois é que os egípcios passaram a preparar perfumes e unguentos em laboratórios que funcionavam dentro de templos. Nessa ocasião, em Roma, o perfume era usado não só para encobrir os cheiros do corpo, mas também era ingerido puro ou no vinho para disfarçar o mau hálito. Os romanos ricos perfumavam várias partes do corpo com fragrâncias diferentes e durante os banquetes borrifavam também seus convidados com perfume. Até mesmo os animais de estimação das famílias ricas usavam seu perfumezinho. As substâncias aromáticas mais comuns na época eram canela, amêndoas, mirra, almíscar, jacinto e bálsamo temperado. A água de rosas e outros perfumes foram descoberto por islâmicos no século IX. Contudo, o uso do álcool para preparo do perfume foi descoberto no século XIV. Mas não pense que todos os povos da Antiguidade gostavam de perfume. Em 361 a.C., Agesilau, rei de Esparta, chegou a proibir seu uso. A tão difundida água de colônia, solução com essências de limão, lavanda e bergamota, foi inventada em 1709 na cidade de Colônia, na Alemanha, pelo barbeiro italiano Jean-Baptiste Farina.

Maquiagem proibida

Parece incrível, mas no século II, uma lei na Grécia proibia que as mulheres escondessem sua verdadeira aparência com maquiagem antes do casamento. Adotada pelo Parlamento britânico em 1770, a lei permitia até mesmo a anulação do casamento se a noiva estivesse de maquiagem, cabelo falso ou dentadura. Imaginem isso hoje? Hehehe. Ainda assim, nos anos seguintes a maquiagem pesada tomou conta da França e da Inglaterra, mas logo após a Revolução Francesa, seu uso voltou a ser proibido e apenas pessoas mais velhas e artistas de teatro podiam usar e abusar da maquiagem. Foi em 1880 que, finalmente, a maquiagem foi definitivamente liberada e surgiu então a moderna indústria de cosméticos.

Como surgiram os cremes hidratantes

quinta-feira, 30, dezembro, 2010

E as grandes marcas que fazem sucesso até hoje

Por Marisa De Lucia

Consta nos registros que os primeiros experimentos com produtos para hidratar a pele deram origem em 1846 ao creme Pond’s, nos Estados Unidos. Em 1860, foi lançado o Crème Simon, inventado por Joseph Simon e em 1902 os italianos lançaram a pomada Diadermine, com propriedades para suavizar as mãos, especialmente das mulheres que cuidavam dos afazeres da casa.

Em 1911, foi a vez de o farmacêutico alemão Paul Beiersdorff acrescentar óleo na composição desses produtos e lançar, para consumo de mulheres ricas e sofisticadas, o tão conhecido creme Nívea. Na mesma ocasião, surgiu em Tóquio a Shiseido com lançamento de cremes não só hidratantes, mas também energizantes.

Nomes como Helena Rubinstein e Elizabeth Arden só chegaram ao mercado depois da Primeira Guerra, ocasião em que a Arden abriu o primeiro salão de beleza. Em 1946, Estée Lauder inaugurou o Beauty Salon de Miami, especial para loiras platinadas.

Na sequência, em Paris, Nadia Payot, dermatologista imigrada em Nova York que criou a ginástica facial, inaugurou um instituto de beleza que atendia clientes famosas e logo depois lançou a Pâte Grise, tratamento antibacteriano que acelera a evolução natural de pequenas manchas e é excelente para pelos encravados.

Em 1956, a Helena Rubinstein acrescentou um elemento ativo biológico para seus cremes, com o composto GAM, que conservava os tecidos. A partir daí, todo cosmético passa a ter propriedades regeneradoras em sua fórmula. Foi nessa época que surgiu o colágeno como princípio ativo e as tão procuradas linhas antienvelhecimento.

Ao lançar em 1968 a Hydra Dior, uma linha de maquiagens e de tratamento, a Christian Dior deu um salto na sua presença no mercado. Em 1983, surgiram os produtos com lipossomas, microcápsulas que previnem o envelhecimento. A Lancôme lançou o Niosôme e a Dior o Capture.

Foi a partir de 1990 que a Avon e La Prairie lançaram peelings à base de ácidos de frutas e, logo em seguida, entrou em moda a vitamina C e o retinol. Em 1991, a Jacques Curtin lançou os cosméticos antipoluição, que viraram mania. De lá para cá, a cada dia os cosméticos estão sendo mais aprimorados.

Você sabe como surgiu a maquiagem para os cílios?

sábado, 30, outubro, 2010

Em 3.100 a.C, a mistura tinha até fezes de crocodilo!

Por Marisa De Lucia

Não é de hoje que as mulheres fazem de tudo para realçar os cílios. Afinal, cílios maquiados valorizam a vivacidade do olhar, além de mudar a expressão facial e trazer uma aparência mais sensual.

A história revela que, aproximadamente, em 3.100 a.C. os egípcios já aplicavam uma mistura de fezes de crocodilo e mel nos cílios para escurecê-los e deixá-los mais evidentes.

Na década de 20, por exemplo, algumas mulheres usavam cera líquida na extremidade de cada cílio, formando uma fileira de pérolas. Em 1932, surgiu o Kurlash, o primeiro “curvex” de que se tem notícia, mas que na época precisava de dez minutos em cada olho para funcionar.

O cosmético para maquiar os cílios foi inventado por Eugene Rimmel, um talentoso perfumista francês, que se mudou para Londres quando seu pai aceitou um convite para gerenciar uma perfumaria na Bond Street. Aprendiz de seu pai, Eugene, em 1834, abriu sua própria perfumaria: a House of Rimmel.

Sua invenção mais inovadora foi uma máscara para os cílios não-tóxica. Tornou-se tão popular que Rimmel é até hoje a palavra usada para definir a máscara de cílios em várias línguas, incluindo francês, português, italiano, espanhol, persa, romeno e turco.

Finalmente, o rímel moderno foi criado em 1913 por um químico chamado Thomas Williams, a pedido de sua irmã Maybel. Este novo rímel, feito misturando vaselina e pó de carvão, foi batizado de Maybelline, em homenagem à irmã de Thomas, e deu início à marca.

O Maybelline fez tanto sucesso que Thomas Williams começou a vendê-lo até pelo correio. Anos depois, sua pequena empresa, chamada Maybelline Company, se tornou uma das líderes na indústria de cosméticos.

Em 1957, Helena Rubinstein lançou a primeira máscara cremosa em tubo com aplicador acoplado, dando início aos produtos usados nos dias de hoje.

Você sabia que se usava clara de ovo e vinagre para aveludar a pele?

quinta-feira, 16, setembro, 2010

Leia também outras curiosidades históricas sobre a beleza

Por Marisa De Lucia

Poucos sabem o que se fazia antigamente para manter a beleza. Ao voltarmos na história, nos surpreendemos com fatos bastante curiosos.

Por exemplo, em 1372, para manter a pele jovem, a mulher egípcia se lavava com água e carbonato de cal e esfregava o corpo com uma pasta de argila retirada do lodo do rio Nilo. Já, em Roma, a alta sociedade tomava banhos com leite de jumenta para deixar a pele mais bonita. Naquela época, os olhos eram maquiados com kajal, como podemos ver nas estátuas, e até os escravos pintavam os olhos.

O ano de 1908 trouxe muitas novidades. Foi nessa época que inventaram a primeira coloração capilar, da qual derivam as tinturas. Já a primeira tintura a ser comercializada foi feita em 1909 pelo químico francês Eugène Schueller, que fundou a Fábrica de Tinturas para Cabelos Inofensiva. Um ano depois, escolheu um nome mais glamoroso para sua empresa: L’Oréal. Em 1927 surgiu sua tintura mais famosa, a Imédia.

Foi também em 1908 que surgiu um líquido transparente para dar brilho às unhas, aplicado com um pincel, que devia ser lustrado com pele de camurça.

Na Idade Média o açafrão servia para colorir os lábios, a fuligem para escurecer os cílios, a sálvia para deixar os dentes mais brancos e a clara de ovo e o vinagre para aveludar a pele. Foi somente em 1915 que os primeiros batons, fixados numa base de metal dourada e protegidos por uma tampa, surgiram nos salões de beleza dos EUA.

E surpreendendo ainda mais, para obter cabelos louros, a mulher da Idade Média diluía lagartos verdes no óleo de nozes e enxofre para clarear as madeixas. E ainda misturavam sangue de morcego, asas de abelha, mercúrio e baba de lesma para depilar, polir e branquear a testa, para dar a impressão de que ela era maior.

Você sabia como surgiu a denominação de “belo”?

terça-feira, 17, agosto, 2010

Para Sócrates, era uma concordância observada pelos olhos e ouvidos

Por Marisa De Lucia

O que é belo para mim pode não ser para você, não é mesmo? Mas como surgiu então a denominação de “belo”? Se existe mesmo um padrão de beleza, porque algumas pessoas para nós “tão bonitas” se apaixonam por outras que achamos “muito feias”?

Registros na história mostram que os primeiros teóricos da estética foram os gregos, mas como “ciência do belo” a palavra aparece pela primeira vez no livro Æesthetica, escrito pelo filósofo alemão Alexander Gottlieb Baumgarten por volta de 1750. Contudo, somente a partir do século XVIII, com a obra de Kant, “Crítica da Razão Pura”, a estética começou a configurar-se como disciplina filosófica independente.

Mas o que achavam os filósofos da Grécia Antiga? Para Platão, o primeiro a questionar o que é o “belo”, a beleza existe em si, separada do mundo sensível, ou seja, uma coisa é mais ou menos bela conforme a sua participação na ideia suprema de beleza. Já para Sócrates o “belo” era uma concordância observada pelos olhos e ouvidos.

Em suas reflexões sobre a arte, Aristóteles traz ideias de limite, ordem e simetria. Já Plotino, em seu livro Enéadas, indaga se a beleza dos seres humanos consiste na simetria e na medida, pois tais critérios convêm apenas à beleza física, plástica, indevidamente confundida com a beleza intelectual e moral. Para ele, o próprio ser físico, sensível, só é belo na medida em que é formado por uma ideia que ordena e combina as múltiplas partes de que o ser humano é feito.

Finalmente, para os escolásticos a arte é uma virtude do intelecto prático, um hábito de ordem intelectual que consiste em imprimir uma ideia à determinada matéria. Para Kant, “belo” é o que agrada universalmente, sem relação com qualquer conceito. A satisfação só é estética, porém, quando gratuita e desligada de qualquer interesse ou conceito.

Você sabia quando surgiu o barbeador?

domingo, 28, março, 2010

Muitos não sabem, mas ele existe desde 1888!

Por Marisa De Lucia

O primeiro modelo de barbeador foi criado nos Estados Unidos, por volta de 1888, pelos irmãos Kampfe de Nova York. O aparelho possuía uma bainha de metal, localizada sobre a lâmina, que impedia cortes profundos, o que normalmente ocorria com o uso da navalha.

Mas foi somente em 1895 que o norte-americano King Camp Gillette, fazendo a barba numa manhã quente, teve a brilhante idéia de criar um sistema de barbear que utilizasse lâminas descartáveis.

A inovação de seu invento não estava no aparelho, mas sim na lâmina, que tinha uma camada fina de aço afiada dos dois lados podendo ser usada algumas vezes e depois descartada.

Muita gente duvidou do sucesso do barbeador, pois achavam que ninguém iria querer comprar lâminas a toda hora, uma vez que podia simplesmente afiar a navalha. Contudo, a primeira venda da Gillete, em 1903, foi de 51 barbeadores e 168 lâminas. No ano seguinte, a empresa produzia 90.000 barbeadores e 12,4 milhões de lâminas.

O método, no entanto, foi amplamente adotado quando, durante a Primeira Guerra Mundial, a Gillette enviou um aparelho de barbear para cada soldado americano, e muitos passaram a barbear-se em sua própria casa. Nessa época, as lâminas eram embaladas uma a uma, em papéis com o retrato e a assinatura de King C. Gillette. Quem não se lembra?

Já o barbeador elétrico foi criado pelo tenente americano Jacob Schick que, cansado de não ter como fazer a barba nos dias de frio ou quando acabava a água, resolveu dar um jeito de se barbear a seco. Em 1918, criou um barbeador com lâminas acionadas por um motor elétrico, que cortavam os pelos sem precisar de espuma ou água. Mas o invento passou a ser comercializado somente 13 anos depois, em 1931.

Você sabia como surgiu a profissão de cabeleireiro?

quarta-feira, 24, março, 2010

Foram os gregos que criaram os primeiros salões de beleza

Marisa De Lucia

Embora muitos achados arqueológicos, como navalhas e pentes feitos em pedra, revelem que os cuidados com o visual dos cabelos datam da pré-história, foi há aproximadamente cinco mil anos, no Egito, que os escravos começaram a mostrar suas habilidades como “embelezadores de cabelos”.

Em 3.000 a.C., ainda que as cabeças raspadas e lisas e os corpos sem pêlos mostrassem sinais de nobreza no Egito, era moda usar perucas de lã de carneiro ou cabelo humano e também barbas postiças para os homens.

Já os primeiros salões de cabeleireiro foram criados pelos gregos, em Atenas, construídos sobre a praça pública, o Ágora, o então espaço da cidadania. Lá, os chamados “embelezadores de cabelo”, tornavam-se escravos especiais. As escravas cuidavam dos cabelos das mulheres e os escravos dos homens.

Na Grécia antiga, prevaleciam os louros, frisados, com caracóis estreitos e discretos, com franjas em espiral. Nos salões, poetas, escritores e filósofos conversavam enquanto eram barbeados, massageados e passavam por cuidados de manicure e pedicure.

E desde aquele tempo os cabelos loiros eram raros e admirados pelos gregos e tanto as mulheres como também os homens tentavam descolorir seus cabelos com infusões de flores amarelas.

Finalmente, no século XX, a moda dos cabelos aliou-se à tecnologia. Em 1906, o londrino Charles Nestle inventou a máquina de fazer ondas permanentes nos cabelos, que levada nada menos que 10 horas para concluir o processo.
No ano seguinte, um estudante de química francês, Eugène Schuller, fundou a empresa L’Oréal, criando uma tintura para cobrir os cabelos grisalhos com cores naturais e usando um processo permanente.

Daí em diante, cada década trouxe uma moda para os cabelos, mas somente a partir da década de 70 aconteceu a plena aceitação de estilos variados para ambos os sexos, desde os cabelos soltos até o estilo “punk”, com cortes incríveis e inusitados.

Como surgiu o fio dental

sexta-feira, 26, fevereiro, 2010

No Brasil, o consumo já passa de um bilhão de metros por ano!

Marisa De Lucia

Conta a história, que para remover pedaços de comida entre os dentes os antigos usavam gravetos, palitos e uma série de objetos pontiagudos. Somente em 1815, o dentista americano Levy Spear Parmly, criou um fio dental, só que era feito de seda.

Preocupado com o problema de seus pacientes, o dentista passou a recomendar que usassem o seu próprio fio dental, feito de seda, que ele dava aos pacientes sem cobrar nada.

Em 1888, a empresa Codman & Shurtlef passou a produzir esse fio dental de seda em grande escala, mas foi em 1898 que a Johnson & Johnson passou a ter a primeira patente do produto e, finalmente, após a Segunda Guerra Mundial, o uso do fio dental se disseminou pelo mundo todo.

E foi justamente nessa época que Charles C. Bass desenvolveu o fio de nylon, mais resistente e elástico que, a partir da década de 70, passou a ser encontrado no mercado com uma grande variedade de tipos, marcas e até sabores. No Brasil, o consumo de fio dental já passa de um bilhão de metros por ano.

Sabe-se, portanto, que o fio dental surgiu para uma higiene bucal mais eficiente, pois ele consegue remover a placa bacteriana e os restos de comida que a escova de dente não conseguiu alcançar.

Os fios dentais de náilon, encerados ou não, ão compostos de várias fibras e, por isso, muitas vezes rasgam com facilidade, principalmente se a pessoa tem os dentes muito juntos. Já o fio de filamento único, um pouco mais caro, desliza facilmente entre os dentes.

Pesquisas apontam que uma grande parte das pessoas usa o fio dental, mas de forma irregular, o que é a mesma coisa de não usar nada. Para ter uma boca limpa é necessário usá-lo corretamente, retirando assim os resíduos de alimentos que causam o mau hálito.

Pegue um tamanho bom de fio dental, que dê para você limpar o seus dentes, enrole-o nos dedos deixando um espaço, que será para você passar nos dentes, em seguida passe no vão dos dentes, segurando o fio dental com as duas mãos.
Com o polegar, puxe o fio dental de cima para baixo e de dentro para fora. Mas tome muito cuidado para não exagerar na limpeza e acabar machucando a gengiva.

Como surgiu a tesoura

terça-feira, 9, fevereiro, 2010

Até o século passado elas eram forjadas à mão

 
Marisa De Lucia

Com as lâminas unidas por uma mola, os primeiros modelos de tesouras surgiram no Antigo Egito, em 1500 a.C.. No entanto, este formato com duas lâminas assimétricas, como são feitas as tesouras de hoje, surgiu no Império Romano.

Na antiga Roma, assim como na China, no Japão e na Coréia os artesãos utilizavam tesouras de eixo feitas de bronze ou de ferro, parecidas com as de hoje. O mais curioso é que até o século passado, elas eram forjadas à mão e muito mais ornamentadas.
As tesouras eram usadas pelos romanos para atividades diversas. Eles tanto as usavam para cortar o cabelo como para tosquiar animais, podar árvores e retalhar tecidos.
Contudo, até então, as tesouras eram imperfeitas no corte. Por isso, em 1761, Robert Hinchliffe deu o grande avanço na perfeição das tesouras produzindo o primeiro par de tesouras moderno, em aço polido. A partir de 1967, novos métodos de fabricação da tesoura foram feitos pela empresa Fiskars Corporation, da Finlândia.
Atualmente, existem muitos tipos de tesoura, fabricadas para várias aplicações, inclusive adaptadas para serem usadas também por canhotos.

Como surgiram os depiladores

terça-feira, 22, dezembro, 2009

Em 1500 a.C. o depilador era feito de sangue de diversos animais

Marisa De Lucia

depiladoresPouca gente sabe, mas de acordo com a história, a depilação com fins estéticos data de 1500 a.C e foi praticada por muitas civilizações. Assim como os cremes depiladores, que também são mencionados em todas as épocas.

Conta-se que na Antiguidade os homens removiam os pelos com um depilador feito de sangue de diversos animais, gordura de hipopótamo, carcaça de tartaruga e trissulfeto de antimônio (oxidante).

Parece até mentira, mas os romanos se referem a composições depiladoras que continham soda cáustica! As mulheres gregas, por exemplo, levavam a vaidade ao ponto de arrancar os pelos pubianos com as mãos e queimá-los com cinzas quentes.

Já as mulheres árabes preparavam um xarope, feito de partes iguais de açúcar e de suco de limão com água, espalhando-o sobre a pele e deixando-o secar para depois extrair os pelos. Técnica esta semelhante à da cera, inventada por Peronet, em Paris, no ano de 1742.

Hoje existe uma grande variedade de depiladores e formas de se depilar. A grande procura por depiladores à base de própolis -substância derivada das resinas e colhida pelas abelhas- se deve ao fato de ser um produto essencialmente natural e livre de reações colaterais.

Para se ter uma ideia, a própolis já era usada na Antiguidade por médicos egípcios, em cirurgias, por suas qualidades anestésicas e cicatrizantes. Daí ter sido difundida em todo o mundo, graças aos incontáveis benefícios que traz para o organismo na cura de doenças.

A própolis é composta por 50% de resinas com bálsamo de composição aromática; 30% de cera; 10% de pólen; 10% de óleos entéricos além de gorduras, ácidos amicticos e ácidos orgânicos. Isso sem contar que possui vitaminas de complexo B, C, E, H, provitamina A, flavonóides, enzimas e antibióticos, entre outros elementos.