Matérias na área de beleza e saúde

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Saiba como evitar as infecções alimentares

terça-feira, 14, fevereiro, 2012

Os alimentos contaminados podem estar na nossa casa

Edição: Marisa De Lucia

Durante o Verão aumentam os casos de pessoas que se intoxicam por causa da ingestão de alimentos contaminados. Por isso, aumenta a preocupação com a conservação dos alimentos, que tendem a se deteriorar com mais facilidade e rapidez.

Durante o dia a dia, pode-se consumir comida contaminada em restaurantes, nas praias, nos acampamentos, nas reuniões de família, ou até mesmo em nossas cozinhas.

De acordo com Dr. Vladimir Schraibman, cirurgião geral, gastrocirurgião e orientador de Cirurgias Robóticas da área de Cirurgia Geral e do Aparelho Digestivo do HIAE-Hospital Israelita Albert Einstein (Proctor Intuitive Robotic System), os alimentos podem ser contaminados em qualquer momento, ou seja, desde a produção até a chegada ao prato das pessoas. “Normalmente, bactérias patogênicas, toxinas, vírus ou parasitas podem agir durante os processos de manipulação, preparo e estocagem. Porém, também podem se manifestar quando os alimentos envelhecem ou o prazo de validade vence, o que os tornam impróprios para serem ingeridos”, afirma a médico. 

Os principais sintomas da infecção alimentar são diarreias, dores abdominais, vômitos, desidratação e, por vezes, febre, que aparecem após um período de incubação que podem durar umas horas ou vários dias, e podem prevalecer durante um período que varia entre um dia e uma semana. “Há também alguns vírus causadores de Doenças de Origem Alimentar, que não se multiplicam nos alimentos, por serem específicos para se manifestarem quando em contato com as células humanas. Nestes casos, a destruição destes vírus só ocorre se os alimentos forem devidamente cozidos antes de ingeridos, por isso a importância do preparo”, alerta.

Segundo Dr. Vladimir, o botulismo é uma doença paralisante rara, porém grave, causada por uma toxina que afeta os nervos produzida pela bactéria Clostridium botulinum. Há três tipos principais de botulismo e um deles é o alimentar. “Botulismo alimentar é causado pela ingestão de comida que contenha a toxina botulínica. A principal forma de adquirir a doença é através da ingestão de seus esporos, que são encontrados no solo, em produtos agrícolas, como o mel e defumados; e em peixes e outros organismos marinhos. Além disso, alimentos enlatados, em vidros ou embalados a vácuo, conservas e embutidos, também são locais nos quais podem ser encontrados esses esporos, principalmente se preparados em condições de higiene precárias”, ressalta o gastrocirurgião.

Entre os alimentos que oferecem maior risco de causar infecção alimentar estão os ovos – estes quando crus ou mal cozidos podem estar contaminados com a bactéria salmonella -, e os mariscos, que alojam parasitas em seu interior. “É necessário bastante cuidado ao consumir frutos do mar frescos e crus, pois o risco de contrair uma infecção por alguma bactéria ou vírus é grande. Portanto, prefira mariscos bem preparados e cozidos. O processo de congelamento e aquecimento do alimento na temperatura ideal mata os parasitas”, explica Dr. Vladimir.

O tratamento de uma infecção alimentar é realizado com bastante hidratação, seja ela por via oral ou endovenosa, medicamentos para enjoo e algumas vezes antibióticos. Todo o diagnóstico e indicação de tratamento deve ser realizado pelo médico –  nada de automedicação. 10 dicas sobre cuidados com alimentos

- Sempre consuma ovos cozidos, fritos e com a gema dura, nunca mole;

- Escolha os produtos mais frescos possível, verificando a data de fabricação e validade;

- Não misture alimentos de origens diferentes, como carnes e verduras, em cima da pia;

- Lave as mãos antes de cozinhar e depois de ir ao banheiro;

- Mantenha a cozinha sempre limpa;

- Cozinhe bem os alimentos;

- Em restaurantes, observe com atenção a higiene do local;

- Lave embalagens de refrigerantes ou outras bebidas com água e sabão;

- Guarde os alimentos na geladeira;

- Não deixe a carne crua entrar em contato com a que está cozida ou assada. Além disso, evite comprar em estabelecimento onde carnes cruas e cozidas ficam juntas.

Diabetes: seus diferentes tipos e tratamentos

terça-feira, 14, fevereiro, 2012

Saiba mais sobre diabetes tipo I, tipo II, gestacional e diabesidade

Edição: Marisa De Lucia

Muito se tem ouvido falar em diabetes e de como esta doença tem afetado, cada vez mais, a população mundial. Mas, afinal,  você sabe dizer coretamente o que é diabetes?

Diabetes é um distúrbio do metabolismo caracterizado pela elevação dos níveis de glicose no sangue, forma pela qual o corpo usa a comida ingerida para gerar energia. Mas, para que este “combustível” entre nas células do corpo humano, é necessária a ação de um hormônio denominado insulina, produzido pelo pâncreas. Porém, quando há falta de insulina ou esse hormônio é impedido de cumprir sua função, as células do organismo ficam sem a glicose, que acaba se elevando no sangue. Por isso, o aumento da taxa de açúcar no sangue. 

 

De acordo do com o Dr. Luiz Vicente Berti, cirurgião do aparelho digestivo e diretor do Centro de Cirurgia Obesidade e Metabólica, quando as pessoas comem, o pâncreas automaticamente produz a quantidade certa de insulina para mover a glicose do sangue para as células. “Quando ocorre a elevação do açúcar no sangue, se ela não for tratada adequadamente, pode ocasionar reações agudas, como excesso de sede, urina em excesso e sono no estágio inicial, problemas de cansaço e físico-tático ao efetuar tarefas desejadas, além de complicações crônicas, como problemas de visão, insuficiência renal, cicatrização de lesões e, em casos mais graves, até mesmo um ataque cardíaco ou derrame cerebral”, relata o médico. Mas, não existe um só tipo de diabetes. Sua classificação varia de acordo com a origem da doença e, atualmente, podemos destacar pelo menos quatro tipos: diabetes tipo I, tipo II, gestacional e diabesidade. Qualquer tipo de elevação descontrolada da taxa de açúcar no sangue deixa o corpo mais suscetível a infecções.   

Tipos de diabetes

Diabetes tipo I, também conhecida como diabetes insulino-dependente ou autoimune, é normalmente diagnosticada em crianças ou pacientes jovens, cujo pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina. Ocorre em função de um distúrbio imunológico, no qual a pessoa tem alguma tendência genética que destrói as células do pâncreas responsáveis por produzir a insulina. Nestes casos, o indivíduo torna-se dependente de tomar insulina para metabolização da glicose. 

Diabetes tipo II responde por 78,7% dos casos da doença, somente no Brasil, e acomete adultos após os 40 anos, porém vem aumentando em pacientes cada vez mais jovens. Neste tipo de diabetes, a deficiência de insulina é apenas relativa. O paciente produz a substância de forma insuficiente ou a produz normalmente, mas o organismo tem dificuldades para responder a ela. Essa condição é conhecida como resistência à insulina, e costuma estar associada à obesidade ou histórico familiar. 

Diabetes gestacional se desenvolve durante a gravidez e costuma desaparecer após a gestação. No entanto, em alguns casos, pode voltar depois do parto, a qualquer tempo e se estabelecer na mulher com as mesmas características do diabete tipo II.

Diabesidade é um tipo que tem se propagado entre homens e mulheres, com idade acima de 56 anos, sendo uma situação resultante do padrão de vida atual, ou seja, está ligada ao estresse, sedentarismo, alimentação inadequada, rica em calorias e açúcares refinados. Pode comprometer a expectativa de vida de uma pessoa, já que há uma forte ligação com a obesidade visceral e o diabetes tipo II. Nestes quadros, sabe-se que as células adiposas expandidas dificultam a ação da insulina e, assim, não permitem que a glicose seja metabolizada.  

“Se as pessoas pudessem manter um índice de massa corporal (IMC) inferior a 30 kg/m2, teríamos uma redução drástica nos casos de diabetes associado à obesidade”, argumenta o Dr. Luiz Berti, lembrando que a diabesidade é a manifestação tardia da sobrecarga imposta ao organismo pela obesidade, na maioria dos casos. Diagnóstico e tratamento Realizar o acompanhamento constante da taxa de glicemia é importante para o diagnóstico da doença, especialmente no caso de pessoas com história de diabetes na família. “Em pessoas consideradas normais, o valor esperado da taxa de glicose no sangue é abaixo de 100 mg por dl (miligrama por decilitro), quando o exame é realizado em jejum”, esclarece Dr. Berti. 

Embora ainda não haja uma cura definitiva para o diabetes, há vários tratamentos disponíveis que, quando seguidos de forma regular, proporcionam saúde e qualidade de vida para o paciente portador. Porém, para quem sofre com o tipo I, a ministração de insulina deve ser uma constante ao longo de sua vida.

Na categoria de medicamentos existe uma infinidade de substâncias terapêuticas, onde cada uma representa um mecanismo de ação distinta, como promover a liberação de insulina, atuar na sensibilidade do organismo à insulina ou mesmo dificultar a absorção dos carboidratos. Controle de peso, atividade física frequente e dieta balanceada, rica em fibras e pobre em gorduras, são orientações fundamentais para todos os que sofrem com a doença.   

“Hoje, temos registrados casos de obesidade maligna (independe do índice de massa corporal) ou mórbida (depende do IMC) nos quais a cirurgia de estômago tem ajudado a controlar o diabetes e outras doenças associadas, como hipertensão arterial, colesterol, triglicerídeos, apneia do sono etc. Sabemos que a diminuição e o aumento  de determinados hormônios produzidos no estômago e intestino são os responsáveis pelo controle destas doenças, e tal ação só ocorre com a nova engenharia que a cirurgia proporciona ao aparelho digestivo. Considera-se que, em função do emagrecimento e da ação destes hormônios, as células de gordura deixam de afetar o trabalho da insulina produzida pelo pâncreas. Além disso, com o emagrecimento, o indivíduo muda sua alimentação e seus hábitos de vida, que o tornam mais saudável”, completa o especialista. 

 

Livro revela como curar o diabetes com alimentação

terça-feira, 14, fevereiro, 2012

 “Você é o que come”, diz o ditado

Por Marisa De Lucia

Título: A cura do diabetes pela Alimentação Viva

Autor: Gabriel Cousens

Editora: Alaúde

Número de páginas: 472

Sinopse “A cura do diabetes pela Alimentação Viva”

Epidemia no mundo inteiro, inclusive no Brasil, o diabetes é uma doença típica dos tempos modernos. Embora a predisposição genética seja um fator preponderante, o principal gatilho para o desenvolvimento da enfermidade é a alimentação desequilibrada, repleta de alimentos processados e junk food. “Você é o que você come”, diz o ditado. Ou, como diz o doutor Gabriel Cousens, os alimentos que consumimos e a maneira como vivemos afetam diretamente a expressão de nossa carga genética, podendo “degradar nossa expressão fenotípica e desencadear o processo diabético ou melhorar nossa expressão fenotípica para prevenir e reverter a doença”.

Sobre o autor:

O doutor Gabriel Cousens é médico com ampla formação holística e especialização em homeopatia e medicina aiurvédica. Cursou a graduação e fez residência em psiquiatria na Columbia Medical School. É diretor-fundador da Tree of Life Foundation e do Tree of Life Rejuvenation Center, com sede nos Estados Unidos, onde há trinta anos desenvolve seu bem-sucedido programa de tratamento do diabetes. Em seu programa de 21 dias o doutor Cousens combina diferentes técnicas naturais para tratar o corpo, a mente e o espírito. É autor de diversos livros, entre os quais Nutrição espiritual e a dieta do arco-íris e Nutrição evolutiva – Seis fundamentos para a evolução individual e do planeta.

Os exageros das ceias de final de ano

domingo, 18, dezembro, 2011

Dr. Abib Maldaun Neto ensina como recuperar o organismo

Por Marisa De Lucia

As festas de final de ano estão chegando e com elas os exageros na alimentação. Afinal não dá para resistir às carnes gordurosas, as bebidas espumantes e a infinidade de doces recheiam os cardápios, não é mesmo?

Foto: Emmowalker

Para o nutrologista e ortomolecular, Abib Maldaun Neto, neste período comemorativo são permitidos os excessos, porém com cautela, e no dia seguinte uma dieta para se recuperar adequadamente.

 Dr. Abib observa que quando ingerimos comidas gordurosas e álcool, nosso organismo é submetido a um estresse alimentar. As comidas que possuem sabor realçado, ricas em gordura saturada, são inimigas da saúde. Segundo ele, esse tipo de alimento é absorvido mais rapidamente alojando-se nas paredes das artérias e acabam oxidando, acarretando problemas no miocárdio, além de aumentar os níveis de colesterol e triglicérides.

O álcool, por sua vez, transforma-se em açúcar seguindo direto para o tecido adiposo. Em seu consultório, Dr. Abib relaciona a quantidade aproximada de calorias que possuem algumas das bebidas mais apreciadas pelos brasileiros:

Nessas festas é muito comum o consumo de champagnes e espumantes. Ricos em sódio, eles são os responsáveis pela desidratação do organismo. Por isso, no dia seguinte ao consumo, é necessário ingerir muita água para que o efeito seja neutralizado e o corpo se reidrate e cuidar para que as próximas refeições sejam de alimentos leves como grelhados e muitas frutas.

Sugestão de suco hidratante por Abib Maldaun Neto:

Gengibre + Salsinha + Espinafre batidos com suco de Laranja ou Limão ou Maracujá.

Sobre Abib Maldaun

Um dos pioneiros da medicina ortomolecular no Brasil e também nutrólogo, o médico Abib Maldaun Neto formou-se na Faculdade de Medicina de Taubaté – UNITAU. Após, mudou para os EUA onde estudou com o conceituado Dr. Bradford, um dos inventores do método de HLB (Dry blood), um dos detentores científicos do Método de Campo Escuro (Live blood – Ultra-darkfield) e professor e pesquisador da Universidade Capital de Medicina Integrativa em Washington-DC. Ainda, em busca de conhecimento sobre o tema, embarcou para Londres. Em contato direto com a tradicional medicina de família inglesa, frequentou algumas clínicas de revitalização na capital e também, em Baden Baden na Alemanha.

Com uma clínica instalada no Jardim América, suas especialidades primam pela prevenção das doenças estimulando a mudança no estilo de vida. Suas indicações tratam a obesidade, oxidação celular precoce, déficit de memória, astenias física e mental, depressão, osteopenia e osteoporose, alteração de libido, artrites e artroses, entre outras, trazendo como filosofia da clínica a preocupação em oferecer qualidade de vida aos seus anos, não apenas anos de vida.

Acesse: http://www.abibmaldaunneto.com.br

Brasileiras sofrem com o excesso peso e apelam para o uso de drogas para emagrecer

terça-feira, 1, novembro, 2011

Mais de 40% da população feminina está acima do peso e a preocupação é com as doenças que podem ser acarretadas

Por Marisa De Lucia

Pesquisa do Ministério da Saúde, divulgada em Abril de 2011, mostra que em cinco anos a porcentagem de mulheres acima do peso aumentou em 6 pontos percentuais. A proporção era de 38,5%, em 2006, e aumentou para 44,3%, em 2011. 

No Brasil, o sobrepeso e a obesidade vêm crescendo  de forma descontrolada. E, juntamente com estes problemas, vem o uso descontrolado de drogas para emagrecer como paliativo para a situação. Esse aumento é preocupante, já que ele pode acarretar no desenvolvimento de várias outras doenças. 

A mesma pesquisa mostra que o sedentarismo ainda é grande, e que 14,2% dos adultos não fazem nenhuma atividade física no tempo livre e que 26,5% das mulheres assistem televisão por mais de três horas ao dia. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a prática de 30 minutos de atividade física, pelo menos cinco vezes por semana.

“O excesso de peso decorre do sedentarismo e da falta de uma alimentação mais saudável. É preciso ainda aumentar o consumo de alimentos saudáveis como frutas, legumes e verduras, atitude que deve ser acompanhada pela diminuição do uso de produtos industrializados e com alto teor de sódio. Mas o Brasil não é o único país com esta situação, isso é uma tendência mundial”, explica o Dr. Luiz Vicente Berti, cirurgião do aparelho digestivo e diretor do Centro de Cirurgia Obesidade e Metabólica.  

Outro agravante, segundo ele, é o aumento do uso de anfetaminas, remédio que podem ajudar no emagrecimento, mas que apresentam contra-indicações. “O uso de alguns delas tem sido descontrolado, como substituto aos hábitos saudáveis de vida. As pessoas apelam até para medicamentos indicados para o tratamento de Transtorno de Déficit de Atenção”, completa Dr. Berti. A ONU estima que entre 0,7% da população entre 15 e 64 anos faça uso desses medicamentos no Brasil.

Na América Latina, o Brasil, a Venezuela e a Argentina se mantiveram como os países com maior prevalência em números absolutos de usuários de anfetaminas e metanfetaminas da região. “O uso abusivo desse tipo de medicamentos atinge mais as mulheres, principalmente com os remédios para emagrecer, devido aos efeitos anoréxicos e a cultura predominante de uso de medicamentos para a perda de peso”, ressalta o Dr. Berti.

A venda desses medicamentos na web ou sem receita médica é proibida por lei, mas exportadores conseguem trazê-los e vendem ilegalmente, em sua maioria pela internet, sem qualquer controle de qualidade ou mesmo receita médica, trazendo sérios danos à saúde da paciente que muitas vezes não conhece a gravidade desses riscos. Os problemas que estas drogas podem causar são diversos, principalmente os efeitos colaterais, que vão desde irritabilidade, depressão, disforia, até alucinações, confusão mental, perda de memória, entre outros.

A melhor alternativa para perder peso com saúde é consultar uma clínica especializada e fazer um tratamento que inclua exercícios físicos, reeducação alimentar e fortalecimento da auto-estima, com apoio psicológico.

Os maus hábitos que engordam

terça-feira, 1, novembro, 2011

Fuja do jejum prolongado

Por Marisa De Lucia

Quando decidimos perder peso, o primeiro pensamento é ficar sem comer o maior tempo possível. Puro engano, pois o jejum prolongado faz com que fiquemos mais vulneráveis aos abusos. O ideal, segundo nutricionistas, é fazer cinco refeições por dia.

Ignorar o café da manhã é outro mau hábito. Isto porque os alimentos consumidos, como o leite e seus derivados, fornecem os nutrientes fundamentais para o bom funcionamento do organismo.

É bom lembrar que, se não estipularmos os horários para fazer as refeições principais e os lanches intermediários, vamos querer beliscar o dia todo, o que acaba com a dieta, já que é muito mais fácil perder o controle das calorias que consumimos.

Outro erro comum, cometido mesmo por quem não está de dieta é ignorar a água. Isto porque dois litros diários de água, combinado com as fibras dos alimentos, melhora a função intestinal.

Outras pessoas resolvem trocar água por sucos, que apesar de serem boas fontes de nutrientes, são calóricos. Para se hidratar nos intervalos das refeições, prefira água natural ou chá com adoçante. Deixe os sucos para as refeições principais, mas não ultrapasse a medida de um copo de 200 ml.

Finalmente, o mau hábito de comer rapidamente! Além de fazer com que a textura e o sabor dos alimentos passem despercebidos, não permite que o cérebro tenha o tempo suficiente de captar os sinais de saciedade. Com isso, acabamos consumindo muito mais do que o nosso organismo necessita.

 

O papel da dieta no desenvolvimento e tratamento da artrite

sexta-feira, 18, março, 2011

E revela o poder das frutas no combate à doença

Por Marisa De Lucia

Embora a idade-pico para o surgimento da doença em mulheres seja 60 anos de idade, a artrite inflamatória (AR) pode ocorrer em qualquer idade. A incapacitação grave ou perda funcional pode ser um grande problema, pois afeta 10% dos pacientes num período de cinco anos.

A expectativa de vida de uma pessoa com artrite pode ser reduzida em até 10 anos e a AR está associada a um aumento na mortalidade, tanto em decorrência das complicações da própria doença como das doenças cardiovasculares delas resultantes.

Ao analisarem certos suplementos, quanto à sua eficácia na prevenção e tratamento da AR, nutricionistas descartaram: cartilagem de tubarão, garra do diabo (harpagophytum procumbens), vinagre de cidra (vinho de maçã), extrato de chá verde, gengibre, curcumim, extrato de rosa mosqueta e extrato insaponificável de abacate/soja (ASU), comumente usados com ou sem recomendação médica. Apenas o estudo do mexilhão de Nova Zelândia não foi ainda conclusivo.

Num único estudo constatou-se que a ingestão mais alta de frutas, e de vitaminas B e C, torna mais baixo o risco de contrair artrite, e que a baixa ingestão de frutas e hortaliças, ricas em ácidos graxos poliinsaturados, pode ser parcialmente responsável pelo aumento do risco de desenvolvimento da artrite inflamatória.

Outras fontes dietéticas ricas em ácidos graxos poliinsaturados de cadeia longa ômega-6 (n-6) e ômega-3 (n-3) são os peixes de águas profundas e de águas frias como cavala, linguado, arenque, salmão, truta e atum fresco, e também sardinhas e manjubas.

Livro revela o poder das frutas

sexta-feira, 18, março, 2011

E mostra que elas são uma fonte inesgotável de água

Por Marisa De Lucia

Título: As 50 Frutas e seus Benefícios Medicinais
Autor: Hilton Claudino
Editora: Elevação
Número de páginas: 151

Sinopse “As 50 Frutas e seus Benefícios Medicinais”

Este livro mostra as vantagens que as frutas nos proporcionam e revela que são fonte inesgotável de água, carboidratos, vitaminas, sais minerais e outros micronutrientes em um equilíbrio perfeito.

Repletas de fitoquímicos e com enorme poder antioxidante, as frutas são grandes aliadas na luta contra o câncer, o enfarte, o derrame, o envelhecimento precoce, na prevenção e combate de doenças, além de serem nutritivas, saudáveis e deliciosas.

Sobre o autor:

Hilton Claudino é fitoterapeuta (tratamento de doenças através do uso das plantas), trofoterapeuta (tratamento de doenças através do uso dos alimentos), e naturoterapeuta (tratamento de doenças através das técnicas terapêuticas naturais). Além de um estudioso dos assuntos citados acima, é colaborador de programas em Rádio e TV, ministra cursos e palestras sobre fitoterapia, estética natural, culinária no vapor, argila na saúde e estética, alimentação etc. e medicina preventiva. É autor também dos “Os Vegetais” e “Mulher! Manual de saúde e beleza 100% naturais”.

Dicas para combater o colesterol alto

segunda-feira, 28, fevereiro, 2011

O segredo está nos alimentos que consumimos

Por Marisa De Lucia

Quando se fala em colesterol, imediatamente pensamos em algo ruim que deve ser eliminado. No entanto, o que nem todo mundo sabe é que o colesterol é necessário para o crescimento e regeneração celular e, além de estar presente no sangue e em todos os tecidos, colabora com a produção dos hormônios sexuais e do cortisol. Ou seja, não podemos viver sem o colesterol.

O que acontece é que existem dois tipos de colesterol. O bom, chamado de HDL, que protege o organismo recolhendo o colesterol ruim depositado nos vasos sanguíneos para ser eliminado pelo fígado, e o ruim, LDL, que é aumentado por fatores como erro alimentar e excesso de peso e, geralmente, está associado a outros fatores de risco como diabetes, tabagismo e pressão alta.

Quando o colesterol ruim aparece em grande quantidade no organismo pode provocar o entupimento das artérias – aterosclerose, responsável por problemas cardiovasculares como infartos e derrames. Daí a necessidade de combatê-lo com uma alimentação rica em gordura monoinsaturada, frutas, legumes e verduras.

Algumas medidas simples fazem toda a diferença: trocar o pão francês pelo pão integral; substituir o leite integral pelo semi ou desnatado; o óleo de soja por azeite de oliva, refrigerantes por naturais e, o mais importante, praticar atividades físicas.

As fibras solúveis encontradas nos feijões, ervilhas, frutas cítricas, maçãs e na aveia também ajudam a reduzir os níveis de LDL no sangue.

As antocianinas, pigmentos presentes em frutas de coloração vermelha e roxa, têm ação antioxidante que contribui consideravelmente na circulação. Por isso, abuse do morango e cereja, uva vermelha, amora e jabuticaba. Nesta última é encontrada só na casca.

Outros alimentos bons para controlar o colesterol são berinjela; azeite tipo extravirgem, que reduz os níveis de colesterol ruim e aumenta o colesterol bom; salmão, sardinha e atum, ricos em ômega-3, ácido graxo que auxilia na prevenção de doenças cardiovasculares; e soja, que reduz o colesterol ruim, aumenta o bom e inibe a aterosclerose.

Outras dicas importantes: fazer exercício físico; não fumar, pois o tabagismo aumenta os níveis do LDL e acelera o aparecimento da aterosclerose; manter um peso adequado; fazer várias refeições por dia; diminuir o consumo de bolos e doces; moderar a quantidade de sal na comida e, em vez de frituras, optar por grelhados, assados e cozidos no vapor e beber muita água, pois a água é fundamental para o equilíbrio do nosso organismo.

Livro traz dicas de como reduzir o colesterol

domingo, 27, fevereiro, 2011

Recomendações sobre dietas e ainda um teste

Por Marisa De Lucia

Título: Derrube o Colesterol
Autor: Dr. Raul Dias dos Santos
Editora: Abril
Número de páginas: 190

Sinopse “Derrube o Colesterol”

Neste livro, o cardiologista Dr. Raul Dias dos Santos mostra que reduzir o colesterol e mantê-lo em níveis relativamente baixos é um dos maiores investimentos que uma pessoa pode fazer para a sua saúde e o seu bem-estar. O autor aponta também as características e as funções das lipoproteínas LDL, do VLDL, do HDL, explicando suas origens – quanto vem do fígado, quanto vem da alimentação -, as novidades em princípios ativos para o tratamento e a atuação dos medicamentos existentes. Além de recomendações sobre a dieta, os ingredientes que comprovadamente afastam infartos e derrames e a revelação de que o ovo não é o vilão, a obra traz um teste para o leitor calcular o risco de sofrer um problema cardiovascular e indica uma estratégia de prevenção orientando sobre o check-up, atividades físicas indicadas para impactar os níveis de colesterol e mudanças de hábitos que fazem total diferença como, por exemplo, deixar de fumar.

Sobre o autor:

Formado pela Escola Paulista de Medicina em 1986, com residência em clínica médica no HC e em Cardiologia no InCor – Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP, Dr. Raul Dias dos Santos, 44, fez Mestrado e Doutorado em Ciência dos Alimentos pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP. É livre docente em Cardiologia pela Faculdade de Medicina da USP; diretor da Unidade Clínica de Lípides do InCor; editor associado da Revista Ateroscleroses da Sociedade Europeia de Aterosclerose; diretor científico do Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia 2008-2010 e presidente do Capítulo Latino Americano da Coronary Heart Disease Prevention Taskforce 2007-2008. Possui cerca de 50 trabalhos publicados em revistas científicas nacionais e internacionais nas áreas de cardiologia e prevenção. Coordenou as III Diretrizes Brasileiras de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia e as diretrizes sobre Excesso de Peso e Doença Cardiovascular do FUNCOR e do Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia, tendo recebido diversos prêmios em congressos nacionais e internacionais.