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Dicas de como controlar a ansiedade

terça-feira, 22, dezembro, 2009

É preciso estar atento para que ela não vire um distúrbio

Marisa De Lucia

ansiedade

A correria do dia-a-dia, o trânsito caótico, as contas para pagar, a perda de um ente querido, a espera por uma resposta, entre outros imprevistos, acabam gerando estresse e, portanto, causando ansiedade.

E com a ansiedade vêm a perda de apetite ou o apetite exagerado, o hábito de roer unhas, aquele friozinho na barriga e a tão inconveniente insônia.

O fato de sentir-se ansioso é até certo ponto normal, mas é preciso tomar o devido cuidado para que a ansiedade não se torne um distúrbio. Se você está com dificuldade para resolver um problema, procure um profissional para auxiliá-lo.

Uma boa dica para controlar a ansiedade é a respiração. De acordo com especialistas, você deve se posicionar de maneira confortável, inspirar pelo nariz, dilatando os músculos do abdome e expirar pela boca ou nariz, contraindo os músculos. Procure livrar a mente dos pensamentos, concentrando-se apenas na respiração e procurando relaxar todos os músculos do corpo.

São incontáveis as situações que geram ansiedade. Muita gente chega a tremer e a ficar com tensão muscular quando vai falar em público e até mesmo ficam desassossegadas quando uma simples ligação telefônica não é atendida no momento desejado. Nesses momentos, o ideal é respirar fundo, sentar e esticar as pernas, e procurar não pensar no problema.

Praticar alguma atividade física e fazer massagens são boas alternativas para relaxar. O ar puro da praia, ou do campo, também é uma boa opção de relaxamento. Costuma-se dizer que colocar os pés na terra descarregando energia funciona como um fio terra. Que tal experimentar?

Dormir pouco aumenta as chances de engordar

segunda-feira, 14, dezembro, 2009

A privação do sono pode gerar uma série de problemas à saúde

Marisa De Lucia

dormir poucoTodo mundo sabe que dormir bem é essencial para a boa saúde. Afinal, é durante o sono que repomos as energias gastas durante o dia e são produzidos hormônios vitais para o bom funcionamento do corpo e da mente.

A privação do sono pode gerar uma série de consequências como distúrbios cardíacos, alterações de memória e do raciocínio, irritabilidade, depressão e déficit de crescimento, entre outros males. E, como se não bastasse, dormir mal engorda!

Um estudo realizado na Universidade de Columbia constatou que as pessoas que dormem quatro horas ou menos por noite têm 73% mais probabilidades de se tornarem obesas, possivelmente por causa dos efeitos sobre os hormônios do apetite. Ou seja, dormir pouco acaba desregulando os níveis de certos hormônios que ajudam a regular o apetite.

Após analisar dados de 18 mil pessoas com idade entre 32 e 59 anos, uma equipe da Escola de Saúde Pública Mailman e do Centro de Pesquisas sobre Obesidade em Columbia constatou que mesmo considerando fatores como idade, sedentarismo, consumo de álcool e depressão, entre outros, quanto menos dormissem as pessoas tinham mais chances de se tornar obesas.

O grupo de maior risco é o que dormia menos de quatro horas por dia, mas mesmo os que dormiam cinco horas por dia ainda tinham 50% mais probabilidades de serem obesos do que aqueles que tinham uma noite de sono completa.

Para David Haslam, presidente do Fórum Nacional de Obesidade da Grã-Bretanha, a chave para isso é que se você não está dormindo, provavelmente vai ficar comendo em frente da TV ou do computador. Segundo ele, o estresse, que também afeta os padrões de sono, desregula os níveis de hormônio, contribuindo para o sobrepeso.

Dormir pouco aumenta risco de pegar gripe

quarta-feira, 20, maio, 2009

Marisa De Lucia

gripe
Pesquisadores da Universidade Carnegie Melon concluíram que dormir menos de oito horas de sono por dia aumenta o risco de contrair gripe. Isto porque a quantidade e a qualidade do sono podem afetar o funcionamento do sistema imunológico, baixando as defesas do corpo.

Para realizar a pesquisa, um grupo de 150 voluntários saudáveis teve sua quantidade e qualidade de sono registrada durante 14 dias. A qualidade do sono foi avaliada pelo tempo em que os participantes realmente estavam dormindo quando estavam repousando.

Os especialistas consideraram o limite de 8 horas de sono como ideal.

Após os 14 dias os voluntários foram inoculados com o vírus da gripe através de gotas nasais contendo rinovírus. O mecanismo foi escolhido por replicar o que acontece no mundo real. Os sintomas de um quadro gripal típico apareceram em alguns dos participantes, como esperado.

O cruzamento dos dados mostrou que existe uma relação direta entre o sono e a instalação dos quadros virais. Dormir sete horas ou menos por dia aumentou em quase três vezes a possibilidade da gripe se manifestar.

Outro achado importante foi o de que a qualidade do sono também afeta a defesa orgânica. Perder 10% do tempo de qualidade do sono pode aumentar em mais de cinco vezes a chance de ficar gripado quando infectado.

Segundo os pesquisadores, a produção de substâncias que regulam a resposta imunológica, chamadas de citocinas, fica comprometida pela falta de sono.