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Benefícios da dança para o corpo e a mente

terça-feira, 13, outubro, 2009
Benefícios da dança para o corpo e a mente
Uma hora de dança gasta, em média, 400 calorias
Marisa De Lucia
Já está mais que provado que dançar reduz o estresse, aumenta a disposição, tonifica e define os músculos, além de queimar calorias tanto quanto caminhar ou andar de bicicleta. E quer maneirar melhor de perder peso?
Mas será que todo mundo sabe que a dança também funciona como uma terapia para a alma? Pesquisas revelam que a dança pode combater a timidez e até mesmo a depressão. Isto porque dançar promove a auto-estima, trazendo alegria e maior disposição para encarar as dificuldades do dia-a-dia
O mais interessante é que, ao contrário de algumas atividades físicas, qualquer pessoa pode dançar, não existem restrições, nem mesmo de idade. Claro que os passos devem ser adaptados às limitações físicas de cada um, mas não existe impedimento.
Outro dado interessante: com a dança, a vida a dois com certeza melhora muito, pois o casal se torna mais próximo e acaba resgatando toda a cumplicidade do início do relacionamento.
De acordo com o diretor da Sociedade Brasileira Medicina do Esporte, Samir Daher, a dança é uma atividade aeróbica focada em pontos específicos do corpo, que variam de acordo com o tipo da atividade. “Em geral, mexe com frequência cardíaca, musculatura esquelética e articulações, podendo ser uma boa aliada para se perder peso. Uma hora de dança pode gastar em média de 300 a 400 calorias”.
Contudo, é preciso tomar alguns cuidados para evitar dores nos joelhos, coluna e tendinites, já que a atividade provoca um movimento repetitivo nas articulações, principalmente em pessoas acima do peso. O médico destaca a importância do alongamento, normalmente feito antes das aulas, e alerta que se a intensidade da prática de dança for muito intensa, exigindo horas de dedicação e mais de duas vezes na semana, é recomendada uma preparação da musculatura e do condicionamento.
“A dança, como atividade física, libera endorfina, substância relacionada ao prazer”, afirma o médico. “Ninguém dança de cara fechada e, normalmente, termina a atividade mais alegre. É um exercício que interliga mente e corpo”, observa o diretor.

Uma hora de dança gasta, em média, 400 calorias

Marisa De Lucia

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Já está mais que provado que dançar reduz o estresse, aumenta a disposição, tonifica e define os músculos, além de queimar calorias tanto quanto caminhar ou andar de bicicleta. E quer maneirar melhor de perder peso?

Mas será que todo mundo sabe que a dança também funciona como uma terapia para a alma? Pesquisas revelam que a dança pode combater a timidez e até mesmo a depressão. Isto porque dançar promove a auto-estima, trazendo alegria e maior disposição para encarar as dificuldades do dia-a-dia

O mais interessante é que, ao contrário de algumas atividades físicas, qualquer pessoa pode dançar, não existem restrições, nem mesmo de idade. Claro que os passos devem ser adaptados às limitações físicas de cada um, mas não existe impedimento.

Outro dado interessante: com a dança, a vida a dois com certeza melhora muito, pois o casal se torna mais próximo e acaba resgatando toda a cumplicidade do início do relacionamento.

De acordo com o diretor da Sociedade Brasileira Medicina do Esporte, Samir Daher, a dança é uma atividade aeróbica focada em pontos específicos do corpo, que variam de acordo com o tipo da atividade. “Em geral, mexe com frequência cardíaca, musculatura esquelética e articulações, podendo ser uma boa aliada para se perder peso. Uma hora de dança pode gastar em média de 300 a 400 calorias”.

Contudo, é preciso tomar alguns cuidados para evitar dores nos joelhos, coluna e tendinites, já que a atividade provoca um movimento repetitivo nas articulações, principalmente em pessoas acima do peso. O médico destaca a importância do alongamento, normalmente feito antes das aulas, e alerta que se a intensidade da prática de dança for muito intensa, exigindo horas de dedicação e mais de duas vezes na semana, é recomendada uma preparação da musculatura e do condicionamento.

“A dança, como atividade física, libera endorfina, substância relacionada ao prazer”, afirma o médico. “Ninguém dança de cara fechada e, normalmente, termina a atividade mais alegre. É um exercício que interliga mente e corpo”, observa o diretor.

Como fazer exercícios físicos no frio

sexta-feira, 21, agosto, 2009

Veja as atividades recomendadas

exercicio_frio

Marisa De Lucia

Nos dias frios o ânimo para a prática de exercícios físicos é bem menor, no entanto eles não devem ser deixados de lado não só pela aparência física, mas por conta de nossa saúde. E ainda é preciso tomar alguns cuidados. O ideal é se exercitar em locais fechados, principalmente quando as temperaturas são muito baixas.

A diferença entre praticar exercícios no verão e no inverno vem em decorrência da hidratação e da vestimenta a ser usada durante os exercícios. Manter o aquecimento do corpo durante atividades físicas no frio é importante para diminuir o risco de lesões e para que o rendimento seja melhor. O ideal é praticar exercícios com peças sobrepostas para, no decorrer da atividade, ir tirando o agasalho. Caso contrário, aumenta-se muito a temperatura corpórea, o que faz a pessoa transpirar mais e o rendimento cair.

Outra coisa a ser observada é que o tempo para aquecer deve ser um pouco maior, porque com a temperatura mais baixa a musculatura fica mais contraída e quando o aquecimento é executado de maneira correta ocorre uma elevação da irrigação sanguínea, tanto das articulações quanto dos músculos.

Outro fator essencial é que o alongamento deve ser feito, de preferência, com a pessoa ainda agasalhada e precisa ser praticado no início, para dar ênfase à movimentação articular e também no final do exercício.

Atividades realizadas ao ar livre, no inverno, causam uma sensação menor de transpiração, pois o suor, quando em contato com o ar mais frio, evapora de maneira rápida. Por este motivo, é necessário ter atenção à hidratação.

O inverno também é uma época em que as pessoas costumam comer mais e, quando passando do ponto, é preciso se mexer. “É interessante aumentar a carga de atividade física, não importa se aeróbia ou muscular. A questão é que, se houve ingestão calórica, a conta tem que fechar: consumiu mais, gaste mais. Seria conveniente fazer cerca de 15 minutos a mais de exercícios”, sugere o coordenador, que também explica que, após atividades aeróbias, é comum uma inibição temporária da fome, pois é uma prática que costuma desidratar e causar mais sede.

Alimentos eficazes para a memória

segunda-feira, 2, março, 2009

Exercícios e meditação também ajudam!

Marisa De Lucia

O excesso de informações e o estresse, comuns em nosso dia-a-dia, fazem com que cada vez mais tenhamos lapsos de memória. Mas acreditem: eles não têm nada a ver com a idade.

De acordo com pesquisas, a memória não se degenera com o passar dos anos. Para se ter uma idéia, um jovem de 25 anos tem apenas 3% a mais de células cerebrais que uma pessoa de 70 anos. Por isso, os neurologistas apontam outros fatores que têm muito mais influência sobre a deterioração da memória.

Entre estes outros fatores estão: o estresse: que produz cortisol e noradrenalina, hormônios inimigos da memória; os traumas psicológicos e recalques: casos em que se esquece o que é insuportável lembrar; a ansiedade e a depressão; o cansaço, e ainda as drogas e os medicamentos.

E para ajudar a recobrar a memória, as dicas vão desde uma alimentação saudável até exercícios e, pasmem, passatempos de jornal do tipo: palavras cruzadas.

Os alimentos mais indicados são: vitamina B12, encontrada nos frutos do mar, algas, peixe, laticínios, grãos germinados, levedo e alface; vitamina B15, na amêndoa do damasco, arroz, grãos germinados e levedo; vitamina C, nas hortaliças e frutas como limão, laranja e cenoura, e na pimenta vermelha seca; vitamina E, no óleo de gérmen de trigo, grãos germinados, abacate e gema de ovo; colina, presente na gema de ovo, espinafre cru, soja germinada, levedo e nozes; selênio, encontrado no levedo, ovo, alho, cebola e também o zinco, presente nos frutos do mar, peixe, laticínios, gérmen de trigo, levedo e maxixe.

Já para melhorar a capacidade respiratória e, por sua vez, o fluxo sangüíneo no cérebro e sua oxigenação, os exercícios físicos regulares são amplamente recomendados. Outra receita infalível é a meditação, que aliada à respiração profunda, melhora a memória, a percepção, a concentração, a agilidade motora e reduz o estresse.

Ainda segundo neurologistas, jogos como palavras cruzadas, Su Doku, xadrez, puzzles, leituras diversificadas e outros exercícios que estimulem a atividade mental também são essenciais para combater a falta de memória.

E para quem viveu fatos traumáticos que estão esquecidos em um canto do inconsciente, a terapia é uma alternativa muito eficiente.