Matérias na área de beleza e saúde

Posts Tagged ‘história’

Livro traz a história da maquiagem, do penteado e da cosmética

quinta-feira, 16, setembro, 2010

E mostra os conceitos de beleza nas diferentes épocas

Por Marisa De Lucia

Título: História da Maquiagem, da Cosmética e do Penteado
Autora: Ana Carlota R. Vita
Editora: Anhembi Morumbi 
Número de páginas: 160

Sinopse “História da Maquiagem, da Cosmética e do Penteado”

Este livro faz um levantamento histórico sobre os conceitos de beleza em diferentes épocas e castas sociais, além de revelar como surgiram as maquiagens, quais eram os primeiros objetivos desta prática, os cuidados com os cabelos e como os penteados foram mudando de forma, volume e cor de acordo com os usos e costumes de cada período histórico. É um dos poucos livros que trazem como surgiu a maquiagem e as técnicas de beleza aplicadas por diversos povos. Por isso, serve não só como fonte de pesquisa para profissionais do mercado, mas também como opção de leitura para quem quer saber mais sobre a origem das coisas.

Sobre a autora:

Ana Carlota deu aulas de História da Maquiagem e do Penteado no Senac e os alunos sempre lhe  pediam alguma referência bibliográfica. Foi assim que descobriu que existe uma carência de material para estudo de temas relacionados à beleza, o que a incentivou a recolher material e criar o livro. O trabalho de elaboração da obra demorou 10 anos, pois não encontrava referências nem livros sobre o assunto. Tudo o que conseguiu, obteve nas bibliotecas e nos museus internacionais.

Como surgiu o desodorante

terça-feira, 24, novembro, 2009

E pensar que os romanos usavam almofadas aromatizadas nas axilas…

Marisa De Lucia

desodoranteO desodorante, produto que não pode faltar entre os itens de higiene, tem mais de dois séculos de existência. O mais curioso é que desde a época do Império Romano, as pessoas tentavam controlar o suor e o consequente odor provocado pelo mesmo usando debaixo das axilas pequenas almofadas aromatizadas.

O primeiro desodorante do qual se tem notícia surgiu no século XX, nos Estados Unidos. À base sulfato de potássio e alumínio, o produto até ajudava a eliminar o odor, mas seu preço até então era muito alto.

No entanto, foi somente depois da segunda guerra mundial que seu preço caiu e finalmente o uso do desodorante se espalhou por todos os países ocidentais. O primeiro desodorante foi lançado no mercado pela marca Odorono, mas inicialmente era vendido apenas em farmácias.

A propaganda da época mostrava uma bela jovem fugindo do galã ao comprovar que o desodorante tinha vencido (aliás, temos comerciais semelhantes até os dias de hoje). Dessa forma o amor “à primeira vista” deu lugar ao amor “ao primeiro olfato”.

Depois disso, surgiu uma ampla gama de variedades. Desde desodorantes para as axilas, para os pés, para a higiene íntima, para o hálito, para desinfetar e aromatizar o ar, para a roupa, para o cabelo, contra o fumo etc.

Apresentado em diversas formas, você pode optar pelos desodorantes aromatizados ou sem perfume, com ou sem álcool e ainda os mais sofisticados, que possuem até agentes bactericidas.

O desodorante pode ser antitranspirante, que fecha cerca de 50% das glândulas sudoríparas (suposto de causar câncer), ou ainda antiperspirante que reduz a transpiração e consequentemente a formação do mau-cheiro

Você sabe como surgiu a escova de dentes?

segunda-feira, 29, junho, 2009
Você sabe como surgiu a escova de dentes?
Antigamente eram usados ramos ou gravetos
Marisa De Lucia
Manuscritos encontrados na Babilônia, em 3.500 a.C., revelam que o meio utilizado para a limpeza dos dentes eram palitos de ouro. Contudo, os auxiliares mais primitivos na limpeza dos dentes foram pedaços de ramos ou gravetos, que eram esfregados ou atritados até tirar os resíduos de alimentos.
Em 3.000 a.C., Heri-Ré, tido como o primeiro cirurgião-dentista conhecido na história, recomendava os dedos para a limpeza dos dentes. A literatura chinesa menciona, em 1.600 a.C., o “datuna”, que era uma haste de madeira macia que as pessoas mastigavam para higienizar os dentes.
No início da Era Cristã, os romanos demonstravam preocupação com a higiene da boca e, por volta de 100 d.C, Plínio, o Jovem, estabeleceu alguns conceitos sobre o tipo de material utilizado para a confecção da primeira escova dental. Ele alertava que escovas confeccionadas com penas de urubu não eram aconselháveis, por causar mau hálito, sendo o ideal escovas com cerdas de porco-espinho.
Em 1488, no Reino Unido, James IV adquiriu duas escovas de ouro com uma corrente para usar ao redor do pescoço. Contudo, devido ao alto custo, as escovas constituíam um privilégio das classes sociais mais abastadas, sendo consideradas obras de arte, com cabos ornamentados por metais e pedras preciosas.
Por volta desta época, eram confeccionadas na China escovas que tinham por matéria-prima pelo de porco e crina ou cauda de cavalo, fixados em um osso bovino ou marfim, mas observaram que machucavam a gengiva das pessoas.
A escova dental parecida com as atuais surgiu em 1780, feita por Addis, em um cabo de osso com pelos naturais introduzidos em buracos feitos em uma das extremidades e presos por arame. A primeira patente da escova de dentes foi feita em 1857 por Wadsworth e em 1880 começaram a ter seus cabos feitos de plástico.
A partir disso, os Estados Unidos começaram a estudar tal situação e em 1938 fabricaram as escovas de dente com cerdas de nylon, macias e arredondadas permitindo limpar todos os dentes sem machucar as gengivas. Com o sucesso das novas escovas, outros modelos foram surgindo como as de cerdas macias para prevenir possíveis machucados na boca e cerdas médias e duras para os que acreditavam serem melhores para limpar.

Antigamente eram usados ramos ou gravetos

Marisa De Lucia

escovadedentes_site

Manuscritos encontrados na Babilônia, em 3.500 a.C., revelam que o meio utilizado para a limpeza dos dentes eram palitos de ouro. Contudo, os auxiliares mais primitivos na limpeza dos dentes foram pedaços de ramos ou gravetos, que eram esfregados ou atritados até tirar os resíduos de alimentos.

Em 3.000 a.C., Heri-Ré, tido como o primeiro cirurgião-dentista conhecido na história, recomendava os dedos para a limpeza dos dentes. A literatura chinesa menciona, em 1.600 a.C., o “datuna”, que era uma haste de madeira macia que as pessoas mastigavam para higienizar os dentes.

No início da Era Cristã, os romanos demonstravam preocupação com a higiene da boca e, por volta de 100 d.C, Plínio, o Jovem, estabeleceu alguns conceitos sobre o tipo de material utilizado para a confecção da primeira escova dental. Ele alertava que escovas confeccionadas com penas de urubu não eram aconselháveis, por causar mau hálito, sendo o ideal escovas com cerdas de porco-espinho.

Em 1488, no Reino Unido, James IV adquiriu duas escovas de ouro com uma corrente para usar ao redor do pescoço. Contudo, devido ao alto custo, as escovas constituíam um privilégio das classes sociais mais abastadas, sendo consideradas obras de arte, com cabos ornamentados por metais e pedras preciosas.

Por volta desta época, eram confeccionadas na China escovas que tinham por matéria-prima pelo de porco e crina ou cauda de cavalo, fixados em um osso bovino ou marfim, mas observaram que machucavam a gengiva das pessoas.

A escova dental parecida com as atuais surgiu em 1780, feita por Addis, em um cabo de osso com pelos naturais introduzidos em buracos feitos em uma das extremidades e presos por arame. A primeira patente da escova de dentes foi feita em 1857 por Wadsworth e em 1880 começaram a ter seus cabos feitos de plástico.

A partir disso, os Estados Unidos começaram a estudar tal situação e em 1938 fabricaram as escovas de dente com cerdas de nylon, macias e arredondadas permitindo limpar todos os dentes sem machucar as gengivas. Com o sucesso das novas escovas, outros modelos foram surgindo como as de cerdas macias para prevenir possíveis machucados na boca e cerdas médias e duras para os que acreditavam serem melhores para limpar.