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Conheça alguns benefícios do café para nosso organismo

quinta-feira, 29, julho, 2010

Estudos revelam que a cafeína pode até reverter a perda de memória

Por Marisa De Lucia

De tanto ouvir falar que o café faz mal para o estômago e provoca insônia, muita gente mal sabe os poderes que a cafeína tem para nosso organismo. Graças à produção de endorfinas, a cafeína estimula o sistema nervoso mantendo a atenção desperta e o bom humor constante. Isso sem contar que com as suas substâncias antioxidantes elimina os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento.

E os benefícios do café não param por aí. Muitas pesquisas já comprovaram que, além de ajudar na respiração e na digestão, atenua a sensação de fome, o que é uma grande ajuda nas dietas de emagrecimento.

Ao contrário do que se pensa, em doses razoáveis, o café não tira o sono nem danifica o coração. E mais: possui ação preventiva em relação a certas patologias como o Mal de Parkinson e é um ótimo remédio contra a dor de cabeça, pois potencia a ação dos analgésicos em 40%.

A grande novidade é que estudos realizados recentemente no Alzheimer’s Disease Research Center da University of South Florida, nos Estados Unidos, revelaram que depois de ingerirem 500 mg de cafeína por dia ratos criados em laboratório e que foram programados para desenvolver sintomas do Mal de Alzheimer na velhice tiveram problemas de memória revertidos.

Com base nos resultados obtidos em ratos, os pesquisadores em breve iniciarão as pesquisas com humanos para avaliar se a cafeína pode beneficiar também as pessoas que estão na fase inicial da doença. Aguardemos.

Reduzir calorias contribui para a memória

segunda-feira, 29, junho, 2009

memoria_siteEvitando o Mal de Alzheimer


Marisa De Lucia

Um estudo realizado por cientistas da Universidade de Münster, na Alemanha, verificou que uma dieta com menos calorias resultou na melhoria da memória. O trabalho foi feito em 50 pessoas com idade média de 60 anos e confirmou resultados de testes anteriores feitos em animais.

Os participantes foram divididos em três grupos, que foram acompanhados por três meses. O primeiro teve a ingestão de calorias reduzida em 30%; o segundo teve aumentado o consumo de ácidos graxos insaturados em 20% e o terceiro grupo não teve alteração no padrão alimentar anterior.

Nos experimentos feitos com ratos, os pesquisadores haviam identificado melhoria na memória dos animais que passaram por restrição calórica e também nos que aumentaram o consumo de ácidos graxos insaturados, encontrados em azeite e peixes.

Já neste estudo, feito com humanos, apenas o grupo de dieta com restrição calórica apresentou um aumento nas notas dos testes de memória dados pelos pesquisadores. Os demais grupos não apresentaram nenhuma alteração.

O impacto econômico do Mal de Alzheimer sobre a sociedade é considerável. Dados estatísticos demonstram que nos EUA, em 1986 foram gastos de 25 a 40 bilhões de dólares.

Cerca de 4 milhões e 500 mil de americanos, atualmente, são portadores desse mal, que é responsável por 100.000 óbitos por ano sendo a quarta causa de morte em adultos. Estima-se que no ano 2040, 12 a 14 milhões de americanos serão portadores de Alzheimer.

O número de pacientes no Brasil é estimado em 1 milhão e 200 mil e de 18 milhões no mundo. Em função do envelhecimento mundial global esse número aumentará dramaticamente e, em 2025, serão 34 milhões de portadores sendo 2/3 em países em desenvolvimento.

Evitando o Mal de Alzheimer
Marisa De Lucia
Um estudo realizado por cientistas da Universidade de Münster, na Alemanha, verificou que uma dieta com menos calorias resultou na melhoria da memória. O trabalho foi feito em 50 pessoas com idade média de 60 anos e confirmou resultados de testes anteriores feitos em animais.
Os participantes foram divididos em três grupos, que foram acompanhados por três meses. O primeiro teve a ingestão de calorias reduzida em 30%; o segundo teve aumentado o consumo de ácidos graxos insaturados em 20% e o terceiro grupo não teve alteração no padrão alimentar anterior.
Nos experimentos feitos com ratos, os pesquisadores haviam identificado melhoria na memória dos animais que passaram por restrição calórica e também nos que aumentaram o consumo de ácidos graxos insaturados, encontrados em azeite e peixes.
Já neste estudo, feito com humanos, apenas o grupo de dieta com restrição calórica apresentou um aumento nas notas dos testes de memória dados pelos pesquisadores. Os demais grupos não apresentaram nenhuma alteração.
O impacto econômico do Mal de Alzheimer sobre a sociedade é considerável. Dados estatísticos demonstram que nos EUA, em 1986 foram gastos de 25 a 40 bilhões de dólares.
Cerca de 4 milhões e 500 mil de americanos, atualmente, são portadores desse mal, que é responsável por 100.000 óbitos por ano sendo a quarta causa de morte em adultos. Estima-se que no ano 2040, 12 a 14 milhões de americanos serão portadores de Alzheimer.
O número de pacientes no Brasil é estimado em 1 milhão e 200 mil e de 18 milhões no mundo. Em função do envelhecimento mundial global esse número aumentará dramaticamente e, em 2025, serão 34 milhões de portadores sendo 2/3 em países em desenvolvimento.

Alimentos eficazes para a memória

sexta-feira, 5, junho, 2009

Exercícios e meditação também ajudam!

img_alimentosMarisa De Lucia

O excesso de informações e o estresse, comuns em nosso dia-a-dia, fazem com que cada vez mais tenhamos lapsos de memória. Mas acreditem: eles não têm nada a ver com a idade.

De acordo com pesquisas, a memória não se degenera com o passar dos anos. Para se ter uma idéia, um jovem de 25 anos tem apenas 3% a mais de células cerebrais que uma pessoa de 70 anos. Por isso, os neurologistas apontam outros fatores que têm muito mais influência sobre a deterioração da memória.

Entre estes outros fatores estão: o estresse: que produz cortisol e noradrenalina, hormônios inimigos da memória; os traumas psicológicos e recalques: casos em que se esquece o que é insuportável lembrar; a ansiedade e a depressão; o cansaço, e ainda as drogas e os medicamentos.

E para ajudar a recobrar a memória, as dicas vão desde uma alimentação saudável até exercícios e, pasmem, passatempos de jornal do tipo: palavras cruzadas.

Os alimentos mais indicados são: vitamina B12, encontrada nos frutos do mar, algas, peixe, laticínios, grãos germinados, levedo e alface; vitamina B15, na amêndoa do damasco, arroz, grãos germinados e levedo; vitamina C, nas hortaliças e frutas como limão, laranja e cenoura, e na pimenta vermelha seca; vitamina E, no óleo de gérmen de trigo, grãos germinados, abacate e gema de ovo; colina, presente na gema de ovo, espinafre cru, soja germinada, levedo e nozes; selênio, encontrado no levedo, ovo, alho, cebola e também o zinco, presente nos frutos do mar, peixe, laticínios, gérmen de trigo, levedo e maxixe.

Já para melhorar a capacidade respiratória e, por sua vez, o fluxo sangüíneo no cérebro e sua oxigenação, os exercícios físicos regulares são amplamente recomendados. Outra receita infalível é a meditação, que aliada à respiração profunda, melhora a memória, a percepção, a concentração, a agilidade motora e reduz o estresse.

Ainda segundo neurologistas, jogos como palavras cruzadas, Su Doku, xadrez, puzzles, leituras diversificadas e outros exercícios que estimulem a atividade mental também são essenciais para combater a falta de memória.

E para quem viveu fatos traumáticos que estão esquecidos em um canto do inconsciente, a terapia é uma alternativa muito eficiente.

Alimentos eficazes para a memória

segunda-feira, 2, março, 2009

Exercícios e meditação também ajudam!

Marisa De Lucia

O excesso de informações e o estresse, comuns em nosso dia-a-dia, fazem com que cada vez mais tenhamos lapsos de memória. Mas acreditem: eles não têm nada a ver com a idade.

De acordo com pesquisas, a memória não se degenera com o passar dos anos. Para se ter uma idéia, um jovem de 25 anos tem apenas 3% a mais de células cerebrais que uma pessoa de 70 anos. Por isso, os neurologistas apontam outros fatores que têm muito mais influência sobre a deterioração da memória.

Entre estes outros fatores estão: o estresse: que produz cortisol e noradrenalina, hormônios inimigos da memória; os traumas psicológicos e recalques: casos em que se esquece o que é insuportável lembrar; a ansiedade e a depressão; o cansaço, e ainda as drogas e os medicamentos.

E para ajudar a recobrar a memória, as dicas vão desde uma alimentação saudável até exercícios e, pasmem, passatempos de jornal do tipo: palavras cruzadas.

Os alimentos mais indicados são: vitamina B12, encontrada nos frutos do mar, algas, peixe, laticínios, grãos germinados, levedo e alface; vitamina B15, na amêndoa do damasco, arroz, grãos germinados e levedo; vitamina C, nas hortaliças e frutas como limão, laranja e cenoura, e na pimenta vermelha seca; vitamina E, no óleo de gérmen de trigo, grãos germinados, abacate e gema de ovo; colina, presente na gema de ovo, espinafre cru, soja germinada, levedo e nozes; selênio, encontrado no levedo, ovo, alho, cebola e também o zinco, presente nos frutos do mar, peixe, laticínios, gérmen de trigo, levedo e maxixe.

Já para melhorar a capacidade respiratória e, por sua vez, o fluxo sangüíneo no cérebro e sua oxigenação, os exercícios físicos regulares são amplamente recomendados. Outra receita infalível é a meditação, que aliada à respiração profunda, melhora a memória, a percepção, a concentração, a agilidade motora e reduz o estresse.

Ainda segundo neurologistas, jogos como palavras cruzadas, Su Doku, xadrez, puzzles, leituras diversificadas e outros exercícios que estimulem a atividade mental também são essenciais para combater a falta de memória.

E para quem viveu fatos traumáticos que estão esquecidos em um canto do inconsciente, a terapia é uma alternativa muito eficiente.