Matérias na área de beleza e saúde

Posts Tagged ‘surgimento’

Como surgiram os depiladores

terça-feira, 22, dezembro, 2009

Em 1500 a.C. o depilador era feito de sangue de diversos animais

Marisa De Lucia

depiladoresPouca gente sabe, mas de acordo com a história, a depilação com fins estéticos data de 1500 a.C e foi praticada por muitas civilizações. Assim como os cremes depiladores, que também são mencionados em todas as épocas.

Conta-se que na Antiguidade os homens removiam os pelos com um depilador feito de sangue de diversos animais, gordura de hipopótamo, carcaça de tartaruga e trissulfeto de antimônio (oxidante).

Parece até mentira, mas os romanos se referem a composições depiladoras que continham soda cáustica! As mulheres gregas, por exemplo, levavam a vaidade ao ponto de arrancar os pelos pubianos com as mãos e queimá-los com cinzas quentes.

Já as mulheres árabes preparavam um xarope, feito de partes iguais de açúcar e de suco de limão com água, espalhando-o sobre a pele e deixando-o secar para depois extrair os pelos. Técnica esta semelhante à da cera, inventada por Peronet, em Paris, no ano de 1742.

Hoje existe uma grande variedade de depiladores e formas de se depilar. A grande procura por depiladores à base de própolis -substância derivada das resinas e colhida pelas abelhas- se deve ao fato de ser um produto essencialmente natural e livre de reações colaterais.

Para se ter uma ideia, a própolis já era usada na Antiguidade por médicos egípcios, em cirurgias, por suas qualidades anestésicas e cicatrizantes. Daí ter sido difundida em todo o mundo, graças aos incontáveis benefícios que traz para o organismo na cura de doenças.

A própolis é composta por 50% de resinas com bálsamo de composição aromática; 30% de cera; 10% de pólen; 10% de óleos entéricos além de gorduras, ácidos amicticos e ácidos orgânicos. Isso sem contar que possui vitaminas de complexo B, C, E, H, provitamina A, flavonóides, enzimas e antibióticos, entre outros elementos.

Como surgiu o sabonete?

quinta-feira, 12, novembro, 2009
Como surgiu o sabonete?
E pensar que seu primeiro aroma era de óleo de oliva
Marisa De Lucia
Primeiro surgiu o sabão, inventado pelos fenícios em 600 a.C. Mais tarde, os espanhóis acrescentaram óleo de oliva para dar um cheiro mais suave. Mas quem deu o nome de sabonete foram os franceses da cidade de Savona, de onde tiraram a palavra Savon (sabão) e Savonnette (sabonete no diminutivo).
Conta-se que para fazer o sabão, os fenícios ferviam água com banha de cabra e cinzas de madeira, o que o tornava mais pastoso. Já o sabão sólido só apareceu no século VII, quando os árabes descobriram o processo de saponificação, uma mistura de óleos naturais, gordura animal e soda cáustica, que endurece depois de fervida.
Em 1878, Harley Procter, dono de uma fábrica de velas e sabão, disse para seu primo, o químico James Gamble, que queria produzir um sabão branco, cremoso e delicadamente perfumado. Assim se chegou à nova fórmula, que produzia uma rica espuma e tinha uma consistência homogênea.
Logo que inventaram a luz elétrica, Harley Procter previu que a eletricidade poderia acabar de uma vez com o seu lucrativo negócio de velas, e decidiu então promover o seu novo sabão inventando em 1978 o “Roger & Gallet”, primeiro sabonete redondo, envolto artesanalmente em papel drapeado.
Consta que o sabonete mais antigo, que é comercializado até hoje, é o Lux, cuja primeira fabricação data de 1925. No Brasil, ele chegou em 1932, com o nome de Lever, empresa que o fabricava. A primeira representante da marca foi a atriz Claudette Colbert, que interpretou Cleópatra no cinema, em 1934.
O slogan “sabonete das estrelas de cinema” veio da matriz da Lever, nos Estados Unidos, a partir da década de 50, uma vez que teve como garotas propagandas Elizabeth Taylor, Lana Turner, Ava Gardner, Dorothy Lamour, Judy Garland,  Rita Hayworth, Grace Kelly, Joan Crawford, Kim Novak e Gina Lollobrigida, entre outras.

E pensar que seu primeiro aroma era de óleo de oliva

Marisa De Lucia

sabonete_site

Primeiro surgiu o sabão, inventado pelos fenícios em 600 a.C. Mais tarde, os espanhóis acrescentaram óleo de oliva para dar um cheiro mais suave. Mas quem deu o nome de sabonete foram os franceses da cidade de Savona, de onde tiraram a palavra Savon (sabão) e Savonnette (sabonete no diminutivo).

Conta-se que para fazer o sabão, os fenícios ferviam água com banha de cabra e cinzas de madeira, o que o tornava mais pastoso. Já o sabão sólido só apareceu no século VII, quando os árabes descobriram o processo de saponificação, uma mistura de óleos naturais, gordura animal e soda cáustica, que endurece depois de fervida.

Em 1878, Harley Procter, dono de uma fábrica de velas e sabão, disse para seu primo, o químico James Gamble, que queria produzir um sabão branco, cremoso e delicadamente perfumado. Assim se chegou à nova fórmula, que produzia uma rica espuma e tinha uma consistência homogênea.

Logo que inventaram a luz elétrica, Harley Procter previu que a eletricidade poderia acabar de uma vez com o seu lucrativo negócio de velas, e decidiu então promover o seu novo sabão inventando em 1978 o “Roger & Gallet”, primeiro sabonete redondo, envolto artesanalmente em papel drapeado.

Consta que o sabonete mais antigo, que é comercializado até hoje, é o Lux, cuja primeira fabricação data de 1925. No Brasil, ele chegou em 1932, com o nome de Lever, empresa que o fabricava. A primeira representante da marca foi a atriz Claudette Colbert, que interpretou Cleópatra no cinema, em 1934.

O slogan “sabonete das estrelas de cinema” veio da matriz da Lever, nos Estados Unidos, a partir da década de 50, uma vez que teve como garotas propagandas Elizabeth Taylor, Lana Turner, Ava Gardner, Dorothy Lamour, Judy Garland,  Rita Hayworth, Grace Kelly, Joan Crawford, Kim Novak e Gina Lollobrigida, entre outras.

Você sabia como surgiu a dança?

terça-feira, 13, outubro, 2009

danca_surgimento

Há mais de 15 mil anos atrás já foram registrados os primeiros movimentos
Marisa De Lucia
O homem foi o primeiro a manifestar o movimento de dança. Contudo, naquela época ela era executada quando alguém se sentia feliz com a vinda da chuva ou quando ganhava um presente. Passado um tempo, o homem sentiu que para dançar ele precisava de um barulho para acompanhar seus movimentos como seu próprio assovio, daí a origem dos instrumentos de sopro.
Por meio das pinturas e rabiscos que os homens das cavernas deixaram registrados nas paredes das cavernas, conclui-se que os primeiros movimentos que a nós chamamos de dança surgiram há mais de 15 mil anos.
A dança teve maior importância nas sociedades anteriores a valorização da palavra: a crescente importância dada à atividade mental e conseqüente abstração, tirou da dança o papel de meio de expressão de emoções, transferindo-o para a palavra. Assim, a dança começou a restringir-se à vida social.
Dessa forma, as culturas ocidentais deixaram de ser dançantes para se tornarem pensantes. No entanto, a dança, e, como parte dela, a dança social e também a dança de salão, continua expressando o pensamento e a emotividade da respectiva cultura.
Muito provavelmente, as primeiras danças foram rituais ou místicas. O ser humano procurava (e até hoje procura) alcançar um bem estar que permite experiências transcendentais que o aproximem dos princípios místicos que acredita estarem guiando o mundo
Em pinturas de parede egípcias encontram-se as primeiras representações de dança de palco, ou seja, de uma forma artística de dançar cujo objetivo é entreter um público passivo: a dança se profissionalizou.
Durante a Idade Média e o Renascimento surgiu a dança como atividade social, ou seja, como expressão do fato de pertencer a determinada classe ou grupo social. As classes nobres diferenciavam-se das classes baixas, entre outros através das danças típicas, cuja aprendizagem fazia parte da educação. A aristocracia praticava as danças da corte, e o povo, as danças folclóricas. Surgiram então, então, nas cortes, os primeiros professores de dança e etiqueta. As habilidades de dançar, assim, estavam entre aquelas que qualificavam o indivíduo a fazer parte do grupo social ao qual pertencia por nascimento.

Há mais de 15 mil anos atrás já foram registrados os primeiros movimentos

Marisa De Lucia

O homem foi o primeiro a manifestar o movimento de dança. Contudo, naquela época ela era executada quando alguém se sentia feliz com a vinda da chuva ou quando ganhava um presente. Passado um tempo, o homem sentiu que para dançar ele precisava de um barulho para acompanhar seus movimentos como seu próprio assovio, daí a origem dos instrumentos de sopro.

Por meio das pinturas e rabiscos que os homens das cavernas deixaram registrados nas paredes das cavernas, conclui-se que os primeiros movimentos que a nós chamamos de dança surgiram há mais de 15 mil anos.

A dança teve maior importância nas sociedades anteriores a valorização da palavra: a crescente importância dada à atividade mental e conseqüente abstração, tirou da dança o papel de meio de expressão de emoções, transferindo-o para a palavra. Assim, a dança começou a restringir-se à vida social.

Dessa forma, as culturas ocidentais deixaram de ser dançantes para se tornarem pensantes. No entanto, a dança, e, como parte dela, a dança social e também a dança de salão, continua expressando o pensamento e a emotividade da respectiva cultura.

Muito provavelmente, as primeiras danças foram rituais ou místicas. O ser humano procurava (e até hoje procura) alcançar um bem estar que permite experiências transcendentais que o aproximem dos princípios místicos que acredita estarem guiando o mundo

Em pinturas de parede egípcias encontram-se as primeiras representações de dança de palco, ou seja, de uma forma artística de dançar cujo objetivo é entreter um público passivo: a dança se profissionalizou.

Durante a Idade Média e o Renascimento surgiu a dança como atividade social, ou seja, como expressão do fato de pertencer a determinada classe ou grupo social. As classes nobres diferenciavam-se das classes baixas, entre outros através das danças típicas, cuja aprendizagem fazia parte da educação. A aristocracia praticava as danças da corte, e o povo, as danças folclóricas. Surgiram então, então, nas cortes, os primeiros professores de dança e etiqueta. As habilidades de dançar, assim, estavam entre aquelas que qualificavam o indivíduo a fazer parte do grupo social ao qual pertencia por nascimento.

Você sabe como surgiu a sopa?

terça-feira, 25, agosto, 2009

E que eram servidas em buracos de pedras aquecidas?
surgimento_sopa
Marisa De Lucia

A História da Sopa perde-se nos tempos. Foi prato principal dos camponeses em todo o mundo. A palavra sopa vem do latim «sop» que significa «colocar fatias de pão no prato e sobre elas derramar caldo quente».

Na época do Inverno, de escassez de caça e colheitas, nas aldeias, fazia-se diluir o pouco alimento em água, com o objetivo de reparti-lo. Surgiu assim uma fonte de calor para alimentar e aquecer as pessoas.

Na Idade Média, os médicos, reconhecendo as virtudes terapêuticas das sopas, prescreviam-nas antes de qualquer remédio. Todas as pessoas devem comer uma sopinha, pois além de preparar o estômago para receber os outros alimentos é uma fonte de vitaminas, pelos ingredientes que entram na sua confecção!

Desde que o homem come sopa, esta passou a ser o prato principal da refeição, por ser econômica e bastante nutritiva. No entanto não eram apenas os mais pobres que a apreciavam, na própria corte real, a sopa era muito consumida.

E o mais curioso: quando ainda não havia utensílios de metal ou barro, a sopa era confeccionada através de buracos existentes em pedras que eram aquecidas.

Você sabe como surgiu a escova de dentes?

segunda-feira, 29, junho, 2009
Você sabe como surgiu a escova de dentes?
Antigamente eram usados ramos ou gravetos
Marisa De Lucia
Manuscritos encontrados na Babilônia, em 3.500 a.C., revelam que o meio utilizado para a limpeza dos dentes eram palitos de ouro. Contudo, os auxiliares mais primitivos na limpeza dos dentes foram pedaços de ramos ou gravetos, que eram esfregados ou atritados até tirar os resíduos de alimentos.
Em 3.000 a.C., Heri-Ré, tido como o primeiro cirurgião-dentista conhecido na história, recomendava os dedos para a limpeza dos dentes. A literatura chinesa menciona, em 1.600 a.C., o “datuna”, que era uma haste de madeira macia que as pessoas mastigavam para higienizar os dentes.
No início da Era Cristã, os romanos demonstravam preocupação com a higiene da boca e, por volta de 100 d.C, Plínio, o Jovem, estabeleceu alguns conceitos sobre o tipo de material utilizado para a confecção da primeira escova dental. Ele alertava que escovas confeccionadas com penas de urubu não eram aconselháveis, por causar mau hálito, sendo o ideal escovas com cerdas de porco-espinho.
Em 1488, no Reino Unido, James IV adquiriu duas escovas de ouro com uma corrente para usar ao redor do pescoço. Contudo, devido ao alto custo, as escovas constituíam um privilégio das classes sociais mais abastadas, sendo consideradas obras de arte, com cabos ornamentados por metais e pedras preciosas.
Por volta desta época, eram confeccionadas na China escovas que tinham por matéria-prima pelo de porco e crina ou cauda de cavalo, fixados em um osso bovino ou marfim, mas observaram que machucavam a gengiva das pessoas.
A escova dental parecida com as atuais surgiu em 1780, feita por Addis, em um cabo de osso com pelos naturais introduzidos em buracos feitos em uma das extremidades e presos por arame. A primeira patente da escova de dentes foi feita em 1857 por Wadsworth e em 1880 começaram a ter seus cabos feitos de plástico.
A partir disso, os Estados Unidos começaram a estudar tal situação e em 1938 fabricaram as escovas de dente com cerdas de nylon, macias e arredondadas permitindo limpar todos os dentes sem machucar as gengivas. Com o sucesso das novas escovas, outros modelos foram surgindo como as de cerdas macias para prevenir possíveis machucados na boca e cerdas médias e duras para os que acreditavam serem melhores para limpar.

Antigamente eram usados ramos ou gravetos

Marisa De Lucia

escovadedentes_site

Manuscritos encontrados na Babilônia, em 3.500 a.C., revelam que o meio utilizado para a limpeza dos dentes eram palitos de ouro. Contudo, os auxiliares mais primitivos na limpeza dos dentes foram pedaços de ramos ou gravetos, que eram esfregados ou atritados até tirar os resíduos de alimentos.

Em 3.000 a.C., Heri-Ré, tido como o primeiro cirurgião-dentista conhecido na história, recomendava os dedos para a limpeza dos dentes. A literatura chinesa menciona, em 1.600 a.C., o “datuna”, que era uma haste de madeira macia que as pessoas mastigavam para higienizar os dentes.

No início da Era Cristã, os romanos demonstravam preocupação com a higiene da boca e, por volta de 100 d.C, Plínio, o Jovem, estabeleceu alguns conceitos sobre o tipo de material utilizado para a confecção da primeira escova dental. Ele alertava que escovas confeccionadas com penas de urubu não eram aconselháveis, por causar mau hálito, sendo o ideal escovas com cerdas de porco-espinho.

Em 1488, no Reino Unido, James IV adquiriu duas escovas de ouro com uma corrente para usar ao redor do pescoço. Contudo, devido ao alto custo, as escovas constituíam um privilégio das classes sociais mais abastadas, sendo consideradas obras de arte, com cabos ornamentados por metais e pedras preciosas.

Por volta desta época, eram confeccionadas na China escovas que tinham por matéria-prima pelo de porco e crina ou cauda de cavalo, fixados em um osso bovino ou marfim, mas observaram que machucavam a gengiva das pessoas.

A escova dental parecida com as atuais surgiu em 1780, feita por Addis, em um cabo de osso com pelos naturais introduzidos em buracos feitos em uma das extremidades e presos por arame. A primeira patente da escova de dentes foi feita em 1857 por Wadsworth e em 1880 começaram a ter seus cabos feitos de plástico.

A partir disso, os Estados Unidos começaram a estudar tal situação e em 1938 fabricaram as escovas de dente com cerdas de nylon, macias e arredondadas permitindo limpar todos os dentes sem machucar as gengivas. Com o sucesso das novas escovas, outros modelos foram surgindo como as de cerdas macias para prevenir possíveis machucados na boca e cerdas médias e duras para os que acreditavam serem melhores para limpar.

Como surgiu a Chapinha

quarta-feira, 20, maio, 2009

Você sabia que ela existe desde os tempos dos faraós?

Marisa De Lucia

chapinhaTambém conhecida como piastra, a chapinha é um aparelho muito utilizado hoje em dia para alisar os cabelos. A moda tem crescido muito e a chapinha tem se tornado quase indispensável entre as mulheres que desejam mudar o aspecto do cabelo temporariamente.

Mas não pensem que essa vontade de alisar os cabelos é algo que faz parte só da modernidade. Ela existe desde os tempos dos faraós, porém naquela época os cabelos eram alisados com banha de porco, óleo de peixe e sebo. Já no século 19, as mulheres alisavam o cabelo com toalhas molhadas em água fervente e barras de ferro, que eram aquecidas no carvão.

Foi somente em 1906 que surgiu um pente elétrico, criado pelo engenheiro americano Simon E. Monroe. Três anos depois, foi criado por Isaak K. Shero, também engenheiro, o flat iron, um modelo da chapinha que era aquecida em fogareiros.

Mas a moda de alisar os cabelos com esse tipo de equipamento só fez a cabeça da mulherada após 20 anos, em Paris, com o primeiro modelador de cabelos. Segundo alguns pesquisadores, esse aparelho tinha a aparência de uma pinça gigante e era aquecido no fogareiro, as mulheres testavam a temperatura até alcançar uma que proporcionasse o efeito liso.

Finalmente, na década de 80 surgiu a piastra elétrica, que fez um grande sucesso entre as mulheres da classe alta, devido ao alto preço. Hoje, a piastra já pode ser adquirida com mais facilidade, pois é oferecida em diversos preços e qualidades, como por exemplo, as de turmalina que diminuem a eletricidade estática dos fios e outras de cerâmica que por emitir infravermelho e íons negativos aumenta a durabilidade do penteado.

O efeito da chapinha é totalmente reversível, basta expor o cabelo à umidade que ele volta ao natural. Contudo, é preciso tomar algumas precauções quanto ao uso de chapinhas, pois a utilização excessiva desse recurso prejudica os cabelos, enfraquecendo-os. Procure limitar seu uso a 140 ºC, duas vezes por semana, no máximo.

Como surgiu o esmalte

segunda-feira, 2, março, 2009

Na China, há cinco mil anos

Marisa De Lucia

esmalte1


O primeiro esmalte surgiu na China por volta de 3 000 a.C., portanto há cinco mil anos. Antes, ele era feito de goma-arábica, clara de ovo, gelatina e cera de abelha, hoje o esmalte é uma variação da tinta usada em pintura de carros.

Com relação à sua cor, no princípio indicava a classe social do homem ou da mulher que o usava. Durante a dinastia Chou, no século 7 a.C., apenas os membros da família real podiam usar uma pasta dourada ou prateada na unha – as cores reais mudariam mais tarde para vermelho e preto.

Ao redor do ano 30 a.C., pintar as unhas era moda também entre os egípcios, que mergulhavam os dedos em tintura de hena. Mulheres das classes menos favorecidas só estavam autorizadas a pintar as unhas com tons claros.

O primeiro esmalte como o conhecemos hoje foi feito em 1925, e a grande maioria feminina adora essa tinta pras unhas.

Segundo a medicina tradicional chinesa, emoções como a raiva, se forem intensas e duradouras, influem negativamente na energia do fígado e podem deixar as unhas opacas. Já o medo afeta os rins, levando a uma menor absorção de cálcio e o consequente enfraquecimento das pequenas lâminas transparentes que recobrem a ponta dos dedos.

Observe suas unhas:

• Lascadas ou quebradiças – Deficiência de energia dos rins, que são nossa fonte energética e ajudam a fixar o cálcio. A causa pode ser o estresse emocional, que leva à perda da resistência orgânica e afeta os rins.

• Com riscos brancos – Indica a falta de cálcio, o que impede o crescimento uniforme da unha. Para a medicina tradicional chinesa, indica a alteração na circulação de energia vital no baço e no pâncreas. Consuma mais leite e derivados, frutos do mar e sementes, como a de girassol e o gergelim.

• Com manchas brancas – Falta de zinco ou de vitamina A. Os chineses relacionam esse sintoma à fraqueza energética no pulmão, podendo indicar uma baixa de imunidade em consequência de infecções ou inflamações, períodos prolongados de angústia e tristeza. Aumente o consumo de espinafre, cereais integrais e sementes de girassol.

• Sem brilho – A causa pode ser a anemia ou algum problema hepático. Para os chineses, tem a ver com o desequilíbrio no fígado, órgão que acumula a raiva que você não expressou. Procure a ajuda de um médico para fazer uma avaliação geral.

Como surgiu o secador de cabelos

quinta-feira, 18, dezembro, 2008

Você sabia que antigamente os cabelos eram secos com o ferro de engomar?

Marisa De Lucia

Secador de CabeloSe levarmos em conta a importância que a moda e a beleza têm nos dias de hoje, vamos concordar que o secador de cabelos é peça fundamental não só dos cabeleireiros, mas dentro de nossas casas.

Dos mais variados modelos e com potências variáveis, os secadores de cabelos não estão apenas nos salões de beleza, mas em casa e até disponíveis nas grandes redes de hotéis. Afinal, para que os cabelos fiquem do jeito que gostamos não dá para deixá-los secar à vontade, não é mesmo?

Mas você imaginava que, antes dos secadores de cabelos aparecerem, eram usadas várias técnicas pouco cômodas como, por exemplo, secar os cabelos com o ferro de engomar ou usar uns ferros cilíndricos, previamente aquecidos no fogão, para deixar os cabelos em forma de caracóis?

Os primeiros secadores de cabelos elétricos, com resistência parecida a dos aquecedores e motor semelhante ao dos aspiradores, surgiram em 1920. Os primeiros modelos eram feitos de alumínio, cromo ou aço inoxidável e o cabo era feito de madeira, o que os tornava pesados e, portanto, difíceis de manejar.

Foi somente nos anos 30 que surgiu um novo material, a baquelite, um plástico resistente ao calor, que pode ser moldado e assumir várias cores e feitios. A partir daí, vários modelos foram postos no mercado até os nossos dias.